A Ponte Marcelino Machado foi implodida por volta das 11h de 1º de novembro de 2026, na entrada de São Luís. A operação foi controlada e acompanhada por equipes de diferentes órgãos.
A estrutura estava interditada desde abril de 2026, após a identificação de problemas. Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), entre eles estavam fissuras, corrosão e perda de rigidez estrutural.
Localizada sobre o Estreito dos Mosquitos, na BR-135, a ponte fazia a ligação entre a ilha de São Luís e o continente. A demolição integra as obras para substituir a estrutura.

A travessia é um dos principais acessos terrestres à capital maranhense e é usada no deslocamento de veículos, no transporte de cargas e no abastecimento da cidade. A reconstrução tem previsão de conclusão em 2027.
Implosão da ponte após interdição por problemas estruturais
A implosão estava inicialmente prevista para 18 de outubro, mas a data foi adiada. A operação dependia de autorização legal para o uso de explosivos.
Segundo as informações divulgadas sobre a operação, a autorização necessária deveria ser concedida pelo Exército Brasileiro. A falta dessa liberação impediu a realização da demolição na data inicialmente programada.
A estrutura demolida tinha 459 metros de extensão e foi construída em 1960. Esses dados se referem à ponte antiga, removida no processo de substituição.
Obras de reconstrução, contrato e previsão de conclusão
O contrato para reconstruir a ponte foi orçado em R$ 176,7 milhões. O acordo foi firmado com o Consórcio Ponte Estreito Maranhão.
O consórcio é formado pela Construtora A. Gaspar S/A e pela Arteleste Construções Ltda. As duas empresas integram o grupo contratado para conduzir a reconstrução.
O projeto contempla as etapas necessárias para substituir a estrutura interditada. Entre elas estão a elaboração de estudos técnicos, o desenvolvimento dos projetos e a execução da nova ponte.


