O Arquivo Público do Maranhão comemora 40 anos com uma exposição fotográfica, aberta ao público, para mostrar a importância dos documentos guardados num casarão histórico no centro de São Luís. No acervo, há documentos manuscritos e impressos seculares.

A exposição Memória e Identidade do Arquivo Público do Estado Maranhão reúne fotos de documentos originais enviados pela coroa portuguesa para o Maranhão e também documentos que revelam a economia, a sociedade, a política e a cultura do estado nos períodos do Brasil colonia, Império e início da República.

A exposição fotográfica também mostra o trabalho dos funcionários nas áreas de organização, preservação e divulgação de documentos e fica exposta na entrada do prédio  como um atrativo para quem busca o acervo. A exposição está aberta ao público  de segunda a sexta-feira, de 13h às 18h. O Arquivo Público do Maranhão fica na Rua de Nazaré, nº218, no centro histórico de São Luís.

“Objetivo é mostrar os documentos históricos importantes, mostrando a forma como estão acondicionados, além da possibilidade de pesquisa. Muitos pesquisadores já usam os documentos para seus trabalhos, pesquisas, mas essa divulgação maior é importante”, disse a secretária de Cultura do estado, Olga Simão.

Durante as comemorações dos 40 anos do acervo público, houve ainda a inauguração da galeria de diretores do Arquivo Público do Maranhão, feita pela secretária de Cultura do estado, Olga Simões, a atual diretoria e alguns dos homenageados.

Arquivo público
O Acervo Público do Maranhão preserva documentos institucionais e também documentos particulares de quatro séculos, um resumo da história do governo do estado e também muitas outras histórias da população que viveu por no estado.

“São documentos produzidos pelo governo, pelas repartições, e também documentos particulares, como a coleção de João Mohana, partituras musicais e a documentação da arquidiocese, que te, registros de batizados, casamentos, testamentos. Na época, a igreja estava muito ligada com o Estado, então essa documentação pode ser importante para pesquisa”, explicou a historiadora Maria Helena Spíndola.